26 de ago. de 2008

A MÚSICA NA NOSSA VIDA

Tomei a liberdade de postar uma matéria
que encontrei, num dos meus passeios na internet,
pela simples razão de estar tendo a melhor das experiências,
no que diz respeito à música.

Entrei no Coral Vozes da Alegria, acreditando que
um "milagre" iria se operar...e, acreditem,
este "milagre" se realizou.

Minha intenção era realizar um sonho,
pois amo música e queria aprender a cantar.
Minha mãezinha terrena tem uma voz lindissima!

Unindo o útil ao agradável, eu aprenderia também
sobre a Doutrina e - que maravilha! - me senti
muito pertinho de Deus!

Vale a curiosidade, de experimentar a música
como forma de equilibrio, no caminho de sua evolução pessoal!

Junte sua voz às nossas e venha ser feliz conosco!



MUSICOTERAPIA

A musicoterapia é uma forma de terapia que
promove mudanças numa pessoa, tanto de ordem física
quanto de ordem emocional, mental e cognitiva.
Possibilita melhor qualidade de vida do indivíduo,
ajuda a diminuir o stress, a ansiedade,
proporciona melhora na auto-estima, estimula a memória,
pode-se trabalhar a coordenação motora, aliviar tensões.

Segundo a definição oficial da Federação Mundial de Musicoterapia:
“Musicoterapia é a utilização da música e/ou seus elementos
(som, ritmo, melodia e harmonia),
por um musicoterapeuta qualificado,
com um cliente ou grupo, em um processo destinado
a facilitar e promover comunicação, relacionamento,
aprendizado, mobilização , expressão,
organização e outros objetivos terapêuticos relevantes,
a fim de atender às necessidades físicas,
mentais, sociais e cognitivas.

A Musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou
restaurar funções do indivíduo para que ele
ou ela alcance uma melhor organização
intra e/ou interpessoal e, conseqüentemente,
uma melhor qualidade de vida, através da prevenção,
reabilitação ou tratamento.”


A música acompanha o homem desde os tempos mais antigos.
Há registros em papiros egípcios que datam
de 1500 a.C que se referem ao encantamento pela música,
na Bíblia há várias citações referindo-se a utilização
de instrumentos musicais e muitos outros documentos.

No Brasil o tratamento com a musicoterapia
ainda não é tão conhecido como na Europa e EUA, onde teve início.
Na época das grandes guerras, músicos amadores e
profissionais tocavam nos hospitais para soldados
feridos de guerra, não demorou muito para que médicos
e enfermeiras observassem melhoras destes pacientes.

O 1º curso de graduação no Brasil, foi em 1972 no Rio de Janeiro.

Hoje existem mais de 127 cursos que vão da graduação ao doutorado.
O musicoterapeuta oferece experiências sonoras,
que estimulam os canais de percepção,
capaz de despertar emoções, favorecendo a expressão
de sentimentos e pensamentos.

Cada um de nós tem uma identidade sonora,
uma preferência musical.
Sons que agradam a um nem sempre agradam ao outro,
na musicoterapia trabalha-se não só com estas preferências,
mas também com o silêncio, a pausa,
que também têm sua importância para a terapia,
uma vez que o silêncio é uma forma
de linguagem tanto quanto a palavra.

Para o musicoterapeuta o paciente
não precisa conhecer música,
espera-se somente que ele se expresse
e aprenda a se conhecer melhor.
Não existe certo ou errado.
Em nenhum momento se pensa
na estética do material apresentado.


A terapia pode ser em grupo ou individual
e quase todas as pessoas podem ser tratadas com a musicoterapia.
Também pode ser aplicada nas escolas, nas empresas,
hospitais ou instituições e não há restrição de idade,
podem se beneficiar desde bebês até pessoas bem idosas.

Desenvolve um processo orientado por
um musicoterapeuta qualificado,
que oferece ao paciente (ou cliente),
experiências sonoros-musicais, que facilitam
a organização verbal, uma vez que a linguagem
da expressão das artes em geral antecede
a linguagem da comunicação verbal,
possibilitando o equilíbrio emocional e corporal.

Pode-se trabalhar com a Musicoterapia Receptiva ou Expressiva.
Musicoterapia receptiva (escuta musical e sonora):
utiliza-se música ou sons selecionados de acordo
com a necessidade do tratamento,
para estimular os sentidos do paciente e obter respostas.


Musicoterapia expressiva: usa-se o fazer som,
não importa se é música ou ruído.
As propriedades dos instrumentos, como som,
cor, textura, tamanho, também podem ser exploradas,
para estimular a expressão, o cognitivo e a memória.

O tratamento com a Musicoterapia favorece
a construção de uma imagem positiva
de si mesmo e dos outros,
estimulando sua expressão
(verbal, escrita, corporal, plástica, musical).


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